- Materiais impressosR$ 145 mil37,1%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 87 mil22,3%
- PessoalR$ 43 mil11,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 37 mil9,5%
- Outras 16 categoriasR$ 79 mil20,2%
Rômulo Gouveia (Rômulo José de Gouveia) disputou 8 eleições entre 1996 e 2014, para deputado federal, vice-governador, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014 e 2006; vice-governador em 2010; deputado estadual em 2002 e 1998; vereador de Campina Grande em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PB: 152.330 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 40,5 milhões empenhados em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018, para 33 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por PB, declarou R$ 391 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Partidário, R$ 172 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 159 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 145 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 87 mil) e pessoal (R$ 43 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2008 e R$ 229 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rômulo José de Gouveia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rômulo Gouveia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Paraíba em 2006 e 2014, prefeito em Campina Grande (PB) em 2008, e vice-governador por Paraíba em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 391 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Partidário, R$ 172 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 159 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 390 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 145 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 87 mil). Em 2008, R$ 1,7 milhão em gastos contratados; em 2006, R$ 229 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Rômulo Gouveia teve R$ 40,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2018 (legislatura 2015 a 2018), para 33 municípios. Já foram pagos R$ 37,1 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram João Pessoa, Alagoa Grande e Boqueirão.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2018 | R$ 14,8 milhões | R$ 12,8 milhões | 87% | 13 | 16 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,9 milhões | 95% | 8 | 11 |
| 2016 | R$ 13 milhões | R$ 11,7 milhões | 91% | 18 | 17 |
| Total | R$ 40,3 milhões | R$ 36,5 milhões | 91% | 39 | 33 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.