Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Roberto (Roberto Rodrigues) disputou 4 eleições entre 1996 e 2016, para vice-prefeito e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Costa Rica em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Costa Rica/MS: 4.623 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Costa Rica/MS, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 157 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 159 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil) e comícios (R$ 12 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.623 votos em 2008 · 4 eleições
A votação de Roberto Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 159 mil em receitas · R$ 159 mil em gastos contratados
Dr. Roberto declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Costa Rica (MS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 159 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 157 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 159 mil, principalmente com pessoal (R$ 82 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil).
Outras 16 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 917 doados a outros candidatos e partidosR$ 39 mil24,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Prefeito · 2016ELEITO10.426LCosta Rica, Mato Grosso do Sul · 61 anos · Branca · Superior completo · Advogado · DEM · nº 22 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PR / PDT / PTB / PMDB / PPS / DEM / PSB / PATRIOTA / PSD / PT do B / PROS
Prefeito · 1996NÃO ELEITO2.634LCosta Rica, Mato Grosso do Sul · 41 anos · Superior completo · Advogado · PFL · nº 25 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.