Sidney de Oliveira Lima

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Sidney de Oliveira Lima
2 eleições entre 2008 e 2014 · último partido PT do B
43 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Policial Militar
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Sidney Lima (Sidney de Oliveira Lima) disputou 2 eleições entre 2008 e 2014, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 463 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 756). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil.

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Evolução da votação nas eleições

463 votos em 2014 · 2 eleições

A votação de Sidney de Oliveira Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 7 mil em receitas · R$ 7 mil em gastos contratados

Sidney Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ribeirão das Neves (MG) em 2008, e deputado federal por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 7 milcontratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 31% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil50,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil29,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 75611,1%
  • Materiais impressosR$ 5307,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 1081,6%
2008Vereador, Ribeirão das Neves (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 36% · empresas 49%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Sidney de Oliveira Lima (Sidney Lima): candidaturas e votos · Radar do Voto