Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputada estadual por Minas Gerais, Luiza do Hospital (PP) teve 335 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Luiza do Hospital (Luiza Maria Ferreira Pinto) disputou 12 eleições entre 1996 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 5 vezes: vereadora de Santa Luzia em 2020, 2016, 2012, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por MG: 11.906 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Santa Luzia/MG, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 629 de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 176 mil em 2018 e R$ 13 mil em 2016.
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Evolução da votação nas eleições
335 votos em 2026 (anulados) · 12 eleições
A votação de Luiza Maria Ferreira Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 23 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos
Luiza do Hospital declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereadora em Santa Luzia (MG) em 2008, 2012, 2016 e 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 629 de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2018, R$ 176 mil em gastos; em 2016, R$ 13 mil em gastos contratados.
Gastos em 2020R$ 21 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 1% · pessoas 73% · empresas 25%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil28,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil17,4%
Despesas postaisR$ 2 mil15,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil14,6%
Outras 5 categoriasinclui R$ 37 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil23,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2026VOTOS ANULADOSRenúncia335GMG · 68 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PP · nº 11100 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004ELEITO1.475LSanta Luzia, Minas Gerais · 46 anos · Ensino médio completo · Professor de Ensino de Primeiro e Segundo Graus · PAN · nº 26555 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE264LSanta Luzia, Minas Gerais · 38 anos · Ensino médio completo · Professor · PFL · nº 25635 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.