Dryka Cruz

Foto de Adriane Cristina da Cruz
Dryka Cruz
Adriane Cristina da Cruz (nome civil)
2 eleições entre 2024 e 2026 · último partido PSDB
50 anos em 2026 · Feminino · Superior incompleto
Dona de Casa
Candidata a Deputada Estadual · Minas Gerais · Eleições 2026 · PSDB · nº 45445
Renúncia

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputada estadual por Minas Gerais, Dryka Cruz (PSDB) teve 52 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Dryka Cruz (Adriane Cristina da Cruz) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Belo Horizonte/MG: 659 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 200 mil, 75% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

52 votos em 2026 (anulados) · 2 eleições

A votação de Adriane Cristina da Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 6 mil em receitas

Dryka Cruz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Belo Horizonte (MG) em 2024, e deputada estadual por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 6 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2024, 75% dos R$ 200 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026.

Receitas em 2026R$ 6 milparcial, até 04/10/2026
Gastos em 2024R$ 200 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas22024 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2026parcialDeputada estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2024Vereadora, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200 mil
sem doações de pessoas
FEFC 99% · partido menos de 1%
Gasto contratado
R$ 200 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 151 mil75,3%
  • PessoalR$ 21 mil10,6%
  • Serviços advocatíciosR$ 7 mil3,5%
  • Serviços contábeisR$ 7 mil3,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil7,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 04/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892