- Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil100,0%

Segundo o Radar do Voto, na eleição de 2026 para deputada federal por Minas Gerais, Eliane do Toninho Pantera (PSDB) teve 100 votos nas urnas, anulados segundo os dados do TSE (situação do registro: renúncia). Esses votos não entram nos votos válidos. Eliane do Toninho Pantera (Eliane Silva Pessoa) disputou 2 eleições entre 2024 e 2026, para deputada federal e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputada federal por MG, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 638 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Eliane do Toninho Pantera declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Minas Gerais em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 35 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 638 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil); R$ 2 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.