Maura de Nonô Juquinha (Geroliza Maura de Souza Thomaz) disputou 1 eleição, em 2008, para prefeita em Dom Joaquim/MG, com 251 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para prefeita em Dom Joaquim/MG, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil).
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 43 mil em receitas · R$ 43 mil em gastos contratados
Maura de Nonô Juquinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Dom Joaquim (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 12 mil de empresas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 43 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil).
partido 12% · pessoas 59% · empresas 28% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 43 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 20 mil46,2%
Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil35,1%
Materiais impressosR$ 2 mil5,3%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3040,7%
Outras 6 categoriasinclui R$ 380 lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil12,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.