Edson Bodola

Foto de Edson Alves de Souza
Edson Bodola
Edson Alves de Souza (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PRB
55 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Comerciante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Edson Bodola (Edson Alves de Souza) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Divino das Laranjeiras em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Divino das Laranjeiras/MG: 1.938 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Divino das Laranjeiras/MG, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 52 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 49 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.913 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Edson Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 88 mil em receitas · R$ 91 mil em gastos contratados

Edson Bodola declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Divino das Laranjeiras (MG) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 52 do Fundo Partidário, R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 84 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 91 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Em 2008, R$ 49 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 88 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 91 milcontratados
Gastos em 2008R$ 49 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Divino das Laranjeiras (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 91 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 21 mil23,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil17,1%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil11,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil11,2%
  • Outras 9 categoriasR$ 34 mil37,1%
2008Prefeito, Divino das Laranjeiras (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
50 doadores pessoas físicas
pessoas 49% · empresas 10% · próprios 41%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil26,6%
  • Materiais impressosR$ 9 mil19,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 8 mil16,5%
  • PessoalR$ 4 mil8,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 14 mil29,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892