- Publicidade por carros de somR$ 1108,5%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1007,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 503,9%
- Materiais impressosR$ 403,1%
- Outras 2 categoriasR$ 99776,9%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Laércio Amadô (Laércio Vilela da Silva) disputou 1 eleição, em 2008, para vereador em Alterosa/MG, com 95 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereador em Alterosa/MG, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 487 de outras campanhas, R$ 110 de doações privadas (4 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 110), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 100) e combustíveis e lubrificantes (R$ 50).
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Laércio Amadô declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Alterosa (MG) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 487 de outras campanhas, R$ 110 de doações privadas (4 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 110) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 100).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.