Raimundo Nonato Pereira Ferreira

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Raimundo Nonato Pereira Ferreira
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PROS
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Nonato Pereira (Raimundo Nonato Pereira Ferreira) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Buriti Bravo em 2008; vereador de Buriti Bravo em 2000. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Buriti Bravo/MA: 7.087 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Buriti Bravo/MA, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com comícios (R$ 28 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 17 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 212 mil.

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Evolução da votação nas eleições

7.087 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições

A votação de Raimundo Nonato Pereira Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 64 mil em receitas · R$ 127 mil em gastos contratados

Nonato Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Buriti Bravo (MA) em 2008 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 64 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 127 mil, principalmente com comícios (R$ 28 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2008, R$ 212 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 64 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 127 milcontratados
Gastos em 2008R$ 212 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Buriti Bravo (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
doações de pessoas
FEFC 78% · pessoas 9% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 127 mil
pago: R$ 21 mil (16%)
  • Materiais impressosR$ 21 mil16,5%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 106 mil83,5%
2008Prefeito, Buriti Bravo (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 212 mil
39 doadores pessoas físicas
pessoas 32% · empresas 16% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 212 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 59 mil27,7%
  • Materiais impressosR$ 31 mil14,6%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil9,4%
  • Outras 10 categoriasR$ 102 mil48,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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