Marlúcio Pereira (Marlúcio Pereira da Silva) disputou 9 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, 2º suplente senador e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2014 e 2006; vice-prefeito de Aparecida de Goiânia em 2004; 2º suplente senador em 2002; vereador de Aparecida de Goiânia em 2000. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Aparecida de Goiânia/GO: 42.966 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por GO, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 251 mil de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 329 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 89 mil), serviços de terceiros (R$ 80 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 55 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 939 mil em 2016 e R$ 371 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
19.759 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Marlucio Pereira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorSenadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 351 mil em receitas · R$ 329 mil em gastos
Marlúcio Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Goiás em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Aparecida de Goiânia (GO) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 351 mil em receitas: R$ 251 mil de outras campanhas, R$ 23 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 329 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 89 mil) e serviços de terceiros (R$ 80 mil). Em 2016, R$ 939 mil em gastos contratados; em 2014, 43% dos R$ 371 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2018R$ 351 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 329 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 939 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 10% · empresas 77% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 746 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 641 mil85,9%
Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil4,6%
TelefoneR$ 8 mil1,1%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 4 mil0,5%
Outras 8 categoriasR$ 59 mil7,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO1.704LAparecida de Goiânia, Goiás · 38 anos · Superior incompleto · Servidor Publico Estadual · PRTB · nº 28654 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PRTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.