Vicente Lopes de Souza

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Vicente Lopes de Souza
8 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PV
57 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
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Dr. Vicente (Vicente Lopes de Souza) disputou 8 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; vereador de Manaus em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AM: 29.932 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por AM, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 8 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 do Fundo Partidário, R$ 146 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil), militância e mobilização de rua (R$ 53 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 30 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 263 mil em 2014 (53% com pessoal) e R$ 187 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

15.623 votos em 2018 · 8 eleições

A votação de Vicente Lopes de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 215 mil em receitas · R$ 180 mil em gastos

Dr. Vicente declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014 e 2018, e prefeito em Presidente Figueiredo (AM) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 215 mil em receitas: R$ 8 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 do Fundo Partidário, R$ 146 mil de outras campanhas, R$ 19 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 50 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 180 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 68 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 53 mil). Em 2014, 53% dos R$ 263 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 187 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 215 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 180 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 263 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 215 mil
19 doadores pessoas físicas
FEFC menos de 1% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 68% · pessoas 9% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 180 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 68 mil37,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 53 mil29,3%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 30 mil16,7%
  • PessoalR$ 15 mil8,4%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil8,1%
2014Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 264 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 19% · empresas 34% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 263 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 139 mil52,7%
  • Materiais impressosR$ 34 mil12,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 29 mil11,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 16 mil6,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 45 mil17,3%
2010Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 187 mil
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 25% · empresas 23% · próprios 30% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 187 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 74 mil39,6%
  • PessoalR$ 43 mil22,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil4,7%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 5 mil2,8%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil30,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Presidente Figueiredo (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 93 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 49% · empresas 30% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 93 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 32 mil34,5%
  • Materiais impressosR$ 31 mil33,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil15,2%
  • PessoalR$ 7 mil7,2%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil9,9%
2006Deputado estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 63 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · empresas 40% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 63 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil42,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil19,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil16,7%
  • AlimentaçãoR$ 6 mil9,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 7 mil11,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Vicente Lopes de Souza (Dr. Vicente): candidaturas e votos · Radar do Voto