- Impulsionamento de conteúdosR$ 21 mil65,1%
- Locação de imóveisR$ 7 mil21,7%
- Serviços de terceirosR$ 3 mil9,3%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 8162,5%
- Outras 1 categoriaR$ 4411,4%
Edson Piriquito (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual por Santa Catarina em 2026, com 10.246 votos, pelo resultado oficial do TSE. Edson Piriquito (Edson Renato Dias) disputou 10 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Balneário Camboriú em 2012 e 2008; vereador de Balneário Camboriú em 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Balneário Camboriú/SC: 39.139 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 61 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil), locação de imóveis (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 223 mil em 2024 e R$ 253 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Edson Renato Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Edson Piriquito declarou receitas e gastos ao TSE em 8 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006, 2018, 2022 e 2026, prefeito em Balneário Camboriú (SC) em 2008, 2012 e 2020, e prefeito em Camboriú (SC) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 204 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 31 mil do Fundo Partidário, R$ 61 mil de outras campanhas e R$ 13 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 21 mil) e locação de imóveis (R$ 7 mil); R$ 32 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 223 mil em gastos; em 2022, 59% dos R$ 253 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.