- Serviços de terceirosR$ 4 mil51,3%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil23,4%
- Encargos sociaisR$ 2 mil18,4%
- Materiais impressosR$ 4625,4%
- Outras 2 categoriasinclui R$ 76 lançados como "diversas a especificar"R$ 1221,4%
Sub-Ten-Pm Elias Neves (Elias Jose da Silva Neves) disputou 1 eleição, em 2006, para deputado estadual por RO, com 577 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RO, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil) e encargos sociais (R$ 2 mil).
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Sub-Ten-Pm Elias Neves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rondônia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 2 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.