Euripedes Miranda (Eurípedes Miranda Botelho) disputou 6 eleições entre 1990 e 2010, para 1º suplente senador, deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 1998 e 1994; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2002, para senador por RO: 113.331 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por RO, declarou R$ 239 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (42 doadores), R$ 36 mil de empresas e R$ 133 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 239 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil), baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas (R$ 41 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 38 mil).
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Evolução da votação nas eleições
20.096 votos em 2006 · 6 eleições
A votação de Eurípedes Miranda Botelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 239 mil em receitas · R$ 239 mil em gastos contratados
Euripedes Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rondônia em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 239 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 68 mil de doações privadas (42 doadores), R$ 36 mil de empresas e R$ 133 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 239 mil, principalmente com pessoal (R$ 42 mil) e baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas (R$ 41 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 29% · empresas 15% · próprios 56%
Gasto contratado
R$ 239 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 42 mil17,6%
Materiais impressosR$ 32 mil13,5%
Locação de imóveisR$ 2 mil0,6%
Serviços de terceirosR$ 8460,4%
Outras 18 categoriasinclui R$ 166 lançados como "diversas a especificar" e R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 162 mil67,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 1994ELEITO · MÉDIA12.900GRO · 40 anos · Superior completo · Funcionario Publico · PDT · nº 1212 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Estadual · 1990ELEITO4.385GRO · 36 anos · PMN · nº 33161 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.