Paulo Davim (Paulo Roberto Davim) disputou 3 eleições entre 2002 e 2010, para 1º suplente senador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: 1º suplente senador em 2010; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RN: 22.492 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por RN, declarou R$ 1,4 mi em receitas: R$ 527 mil de doações privadas (227 doadores), R$ 463 mil de outras origens, R$ 390 mil de recursos próprios e R$ 33 mil do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 140 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 32 mil) e baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas jurídicas (R$ 18 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Roberto Davim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.