Marcos Manso (Marcos Antônio Cândido Manso) disputou 10 eleições entre 1994 e 2022, para deputado federal, vereador, prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Nilópolis/RJ: 1.633 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil do Fundo Partidário. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 45 em 2016 e R$ 1 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
17 votos em 2016 · 10 eleições
A votação de Marcos Antônio Cândido Manso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 20 mil em receitas
Marcos Manso declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2014 e 2022, e vereador em Nilópolis (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 12 mil do Fundo Partidário. Em 2016, R$ 45 em gastos contratados; em 2014, R$ 1 mil em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 20 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 45contratados, campanha encerrada
Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil100,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 2022—GRJ · 69 anos · Preta · Superior completo · Servidor Público Civil Aposentado · REDE · nº 1813 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vereador · 201617não eleitoLNilópolis, Rio de Janeiro · 63 anos · Preta · Superior completo · Servidor Público Civil Aposentado · PATRIOTA · nº 51051 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2014SUPLENTE215GRJ · 61 anos · Preta · Superior completo · Auxiliar de Escritório e Assemelhados · PSL · nº 1731 · ver resultado completo
Prefeito · 2012—LNilópolis, Rio de Janeiro · 59 anos · Superior incompleto · Jornalista e Redator · PSOL · nº 50 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2010—GRJ · 57 anos · Superior completo · Jornalista e Redator · PTN · nº 19333 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 1998327não eleitoGRJ · 45 anos · Superior completo · Jornalista · PRP · nº 44142 · ver resultado completo
Coligação: PRP / PRTB
Deputado Estadual · 1994463não eleitoGRJ · 41 anos · Superior completo · Jornalista · PRP · nº 44142 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.