- Materiais impressosR$ 4 mil31,3%
- Materiais impressosR$ 6565,1%
- Serviços de terceirosR$ 3002,3%
- Outras 2 categoriasR$ 8 mil61,2%
Dr. Eráclito (José Eráclito Araújo Souza) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por RJ: 1.482 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por PB, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 980). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 37 mil em 2012 (44% com baixa de estimáveis - materiais de expediente) e R$ 3 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Eráclito Araújo Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Eráclito declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pernambuco em 2010, vereador em Recife (PE) em 2012, e deputado federal por Paraíba em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com baixa de estimaveis - produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2012, 44% dos R$ 37 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - materiais de expediente; em 2010, 99% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.