- PessoalR$ 27 mil45,1%
- Materiais impressosR$ 5400,9%
- Serviços de terceirosR$ 4150,7%
- Outras 5 categoriasR$ 32 mil53,3%
Otojanes Coutinho (Otojanes Coutinho de Oliveira) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de São João de Meriti em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 21.126 votos. Na campanha de 2008 para vereador em São João de Meriti/RJ, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 19 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com pessoal (R$ 27 mil), baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 23 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 7 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 52 mil, 40% com serviços de terceiros.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Otojanes Coutinho de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Otojanes Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em São João de Meriti (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 60 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 19 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 60 mil, principalmente com pessoal (R$ 27 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 23 mil). Em 2006, 40% dos R$ 52 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.