Luiz Carlos Alves de Moura

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Luiz Carlos Alves de Moura
7 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PP
48 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Servidor Público Estadual
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Mouralidade (Luiz Carlos Alves de Moura) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 1.338 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 14 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 56). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (52% com serviços de terceiros) e R$ 26 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

152 votos em 2020 · 7 eleições

A votação de Luiz Carlos Alves de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalDep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos

Mouralidade declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2014, deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 8 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 180 de outras campanhas, R$ 150 de doações privadas e R$ 14 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 56). Em 2016, 52% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 74% dos R$ 26 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 8 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
FEFC 96% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 8 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 8 mil99,3%
  • Outras 1 categoriaR$ 560,7%
2016Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 52% · partido 34% · pessoas 11% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil51,6%
  • Materiais impressosR$ 89022,9%
  • Serviços de terceirosR$ 88522,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 1032,7%
2014Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil73,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil7,2%
  • Materiais impressosR$ 1 mil4,6%
  • Serviços de terceirosR$ 7002,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil11,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 35%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Luiz Carlos Alves de Moura (Mouralidade): candidaturas e votos · Radar do Voto