Marcelo de Queiroz Perez

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Marcelo de Queiroz Perez
6 eleições entre 1998 e 2020 · PSB
53 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Eletricista e Assemelhados
redes informadas ao TSE
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Marcelo de Queiroz (Marcelo de Queiroz Perez) disputou 6 eleições entre 1998 e 2020, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 1.835 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio de Janeiro/RJ, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2010 (86% com publicidade por materiais impressos) e R$ 10 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

378 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Marcelo de Queiroz Perez em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 18 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos

Marcelo de Queiroz declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 4 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e publicidade por adesivos (R$ 2 mil). Em 2010, 86% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 66% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de outros candidatos/comitês.

Receitas em 2020R$ 18 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 13 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio de Janeiro (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 21% · pessoas 17% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 13 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 4 mil34,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil15,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 900 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil50,1%
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil85,6%
  • Outras 2 categoriasR$ 76514,4%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 76% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil32,9%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil67,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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