Gilberto Monteiro Martins

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Gilberto Monteiro Martins
4 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PP
67 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Médico
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Dr Gilberto Martins (Gilberto Monteiro Martins) disputou 4 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por RJ: 888 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2010 (49% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 7 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

227 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Gilberto Monteiro Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 9 mil em receitas · R$ 9 mil em gastos contratados

Dr Gilberto Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com pessoal (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2010, 49% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, 59% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2014R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 9 milcontratados
Gastos em 2010R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil36,7%
  • Materiais impressosR$ 2 mil20,6%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil16,0%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil26,7%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil35,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil64,7%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 6% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil58,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 26 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil41,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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