- Materiais impressosR$ 8754,2%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 36 lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil95,8%
Vanderlei Bibá (Vanderlei Torres Bibá) disputou 3 eleições entre 2006 e 2010, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 6.217 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por RJ, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 658 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 17 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 875). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2008 (50% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 29 mil em 2006.
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A votação de Vanderlei Torres Bibá em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vanderlei Bibá declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 14 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 658 de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2008, 50% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2006, 64% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.