Suely Santana da Silva

Foto de Suely Santana da Silva
Suely Santana da Silva
3 eleições entre 2004 e 2010 · último partido PR
34 anos em 2010 · Feminino · Ensino médio completo
Vereador
Comparar

Senhorita Suely (Suely Santana da Silva) disputou 3 eleições entre 2004 e 2010, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2006; vereadora de Rio de Janeiro em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputada federal por RJ: 23.459 votos. Na campanha de 2010 para deputada federal por RJ, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 44 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 4 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 9 mil, 70% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.561 votos em 2010 · 3 eleições

A votação de Suely Santana da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 65 mil em receitas · R$ 65 mil em gastos contratados

Senhorita Suely declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 1 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 44 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil). Em 2006, 70% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2010R$ 65 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 65 milcontratados
Gastos em 2006R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 65 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 2% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 65 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 44 mil66,8%
  • Materiais impressosR$ 12 mil19,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 9 mil14,0%
2006Deputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2502,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 8 mil97,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleita em 2004 e 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Suely Santana da Silva (Senhorita Suely): candidaturas e votos · Radar do Voto