Paulo Augusto Affonso Leone

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Paulo Augusto Affonso Leone
2 eleições entre 2006 e 2022 · último partido PROS
63 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE
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Paulo Leone (Paulo Augusto Affonso Leone) disputou 2 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 1.300 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RJ, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 230 de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 19 mil.

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Evolução da votação nas eleições

420 votos em 2022 · 2 eleições

A votação de Paulo Augusto Affonso Leone em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 27 mil em receitas · R$ 30 mil em gastos contratados

Paulo Leone declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 27 mil em receitas: R$ 230 de doações privadas (uma vaquinha virtual) e R$ 27 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 20 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 8 mil). Em 2006, R$ 19 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 30 milcontratados
Gastos em 2006R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
pessoas menos de 1% · próprios 99%
Gasto contratado
R$ 30 mil
pago: R$ 27 mil (90%)
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil64,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil26,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil5,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2350,8%
  • Outras 3 categoriasR$ 7452,5%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
sem doações de pessoas
empresas 89% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil21,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil14,9%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil64,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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