Miriam Santos Mancebo Reid

Miriam Santos Mancebo Reid
8 eleições entre 1994 e 2008 · último partido PMDB
51 anos em 2008 · Feminino · Superior completo
Assistente Social
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Miriam Reid (Miriam Santos Mancebo Reid) disputou 8 eleições entre 1994 e 2008, para vereadora, deputada federal, prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 1998; deputada estadual em 1994. A maior votação foi em 1998, para deputada federal por RJ: 43.939 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Macaé/RJ, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 3 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 784). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 47% com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas.

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Evolução da votação nas eleições

775 votos em 2008 · 8 eleições

A votação de Miriam Santos Mancebo Reid em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Miriam Reid declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2006, e vereadora em Macaé (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 4 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 3 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Em 2006, 47% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas.

Receitas em 2008R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 6 milcontratados
Gastos em 2006R$ 11 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereadora, Macaé (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5008,3%
  • PessoalR$ 2824,7%
  • Materiais impressosR$ 2504,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 5 mil82,8%
2006Deputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 30% · pessoas 47% · próprios 24%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5004,5%
  • Serviços de terceirosR$ 800,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil94,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleita em 1994 e 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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