Rita Cardoso Corrêa Delboni

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Rita Cardoso Corrêa Delboni
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PR
63 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Advogado
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Rita Cardoso Delboni (Rita Cardoso Corrêa Delboni) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereadora, deputada estadual e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1998, para deputada federal por RJ: 1.972 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Duque de Caxias/RJ, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 13 mil em 2010 (43% com pessoal) e R$ 13 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

71 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Rita Cardoso Corrêa Delboni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados

Rita Cardoso Delboni declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada federal por Rio de Janeiro em 2006, deputada estadual por Rio de Janeiro em 2010, e vereadora em Duque de Caxias (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e baixa de estimaveis - publicidade por carros de som (R$ 2 mil). Em 2010, 43% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2006, 42% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas físicas.

Receitas em 2016R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 10 milcontratados
Gastos em 2010R$ 13 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Duque de Caxias (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 18% · pessoas 54% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil35,7%
  • Materiais impressosR$ 1 mil13,4%
  • Serviços de terceirosR$ 800,8%
  • Outras 8 categoriasR$ 5 mil50,1%
2010Deputada estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 41% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 6 mil42,9%
  • Materiais impressosR$ 3 mil25,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil32,1%
2006Deputada federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido 9% · pessoas 65% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil17,6%
  • PessoalR$ 4313,4%
  • Outras 8 categoriasR$ 10 mil79,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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