- Materiais impressosR$ 6 mil6,0%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil4,7%
- Locação de imóveisR$ 3 mil2,7%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 89 mil86,6%
Bedran (Gilberto Bady Assia Bedran) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 5.616 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por RJ, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas, R$ 550 de empresas e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 32 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 19 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Gilberto Bady Assia Bedran em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bedran declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas, R$ 550 de empresas e R$ 75 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 32 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 19 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.