- Materiais impressosR$ 20034,5%
- Serviços de terceirosR$ 20034,5%
- Outras 1 categoriaR$ 18031,0%
Adriano (Adriano Henrique de Andrade Figueira Silva) disputou 7 eleições entre 1998 e 2016, para vereador, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São João de Meriti em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 8.252 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São João de Meriti/RJ, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 580, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 200), serviços de terceiros (R$ 200) e publicidade por adesivos (R$ 180). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2010 (88% com baixa de recursos estimáveis em dinheiro) e R$ 1 mil em 2008.
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A votação de Adriano Henrique de Andrade Figueira Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adriano declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e vereador em São João de Meriti (RJ) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 700 em receitas, de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 580, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 200) e serviços de terceiros (R$ 200). Em 2010, 88% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro; em 2008, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com baixa de recursos estimáveis em dinheiro.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.