Tomate

Foto de Antonio Carlos de Almeida
Tomate
Antonio Carlos de Almeida (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2010 · último partido PSB
58 anos em 2010 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Tomate (Antônio Carlos de Almeida) disputou 5 eleições entre 1996 e 2010, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Jacarezinho em 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 2.743 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PR, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 300 de empresas e R$ 531 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 690), serviços de terceiros (R$ 100) e impostos, contribuições e taxas (R$ 31). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2008 (68% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

2.537 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Antonio Carlos de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Tomate declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, vereador em Jacarezinho (PR) em 2008, e deputado federal por Paraná em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 300 de empresas e R$ 531 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 690) e serviços de terceiros (R$ 100). Em 2008, 68% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2006, 70% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 85% · empresas 5% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 69012,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1001,8%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 310,5%
  • Materiais de expedienteR$ 100,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil85,5%
2008Vereador, Jacarezinho (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · empresas 95% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 71768,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24022,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 716,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 262,5%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
empresas 98% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 71069,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19319,0%
  • Publicidade por carros de somR$ 908,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 242,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892