Nego do PT

Nego do PT
Devoncir Marques Martins (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2008 · PT
37 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Vereador
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Nego do PT (Devoncir Marques Martins) disputou 4 eleições entre 2000 e 2008, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Corbélia em 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 3.855 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Corbélia/PR, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 932 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 457) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 44). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil.

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Evolução da votação nas eleições

789 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições

A votação de Devoncir Marques Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Nego do PT declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, e vereador em Corbélia (PR) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 932 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 457) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 44). Em 2006, R$ 10 mil em gastos contratados.

Receitas em 2008R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2008Vereador, Corbélia (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 68% · empresas 32%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 45715,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 441,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil82,9%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 50% · empresas 50%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil14,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 7117,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1201,2%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 270,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 540 lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil76,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892