Orlando Chimbica

Orlando Chimbica
Orlando Antunes Martins (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2008 · PMN
59 anos em 2008 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Orlando Chimbica (Orlando Antunes Martins) disputou 3 eleições entre 2004 e 2008, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 1.440 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Curitiba/PR, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 500 de empresas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 574) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 26). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 75% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

590 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Orlando Antunes Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Orlando Chimbica declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, e vereador em Curitiba (PR) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 500 de empresas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 574) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 26). Em 2006, 75% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2008R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados
Gastos em 2006R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Curitiba (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 66% · empresas 16% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57418,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 260,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil81,2%
2006Deputado estadual, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 25% · empresas 55% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil74,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 50025,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892