- PessoalR$ 182 mil72,9%
- Materiais impressosR$ 39 mil15,7%
- Serviços de terceirosR$ 19 mil7,7%
- Serviços advocatíciosR$ 7 mil2,9%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil0,9%

Segundo o Radar do Voto, Marcos da Vidofer (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado estadual pelo Paraná em 2026, com 1.520 votos, pelo resultado oficial do TSE. Marcos da Vidofer (Marcos Vieira) disputou 7 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São José dos Pinhais em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PR: 18.983 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PR, declarou R$ 265 mil em receitas: R$ 141 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 119 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com pessoal (R$ 182 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil) e serviços de terceiros (R$ 19 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 160 mil em 2014 (49% com pessoal) e R$ 7 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos da Vidofer declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Paraná em 2006, 2014 e 2026, e vereador em São José dos Pinhais (PR) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 265 mil em receitas: R$ 141 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 119 mil do Fundo Partidário, R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 249 mil, principalmente com pessoal (R$ 182 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 39 mil); R$ 173 mil já foram pagos. Em 2014, 49% dos R$ 160 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, 46% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.