Zezé Perrella (José Perrela de Oliveira Costa) disputou 4 eleições entre 1998 e 2010, para 1º suplente senador, deputado estadual, senador e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: 1º suplente senador em 2010; deputado estadual em 2006; deputado federal em 1998. A maior votação foi em 2002, para senador por MG: 2.945.103 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MG, declarou R$ 829 mil em receitas: R$ 783 mil de outras origens, R$ 28 mil de recursos próprios, R$ 14 mil do partido e de outras campanhas e R$ 5 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 797 mil, principalmente com pessoal (R$ 372 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 108 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 103 mil).
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A votação de José Perrela de Oliveira Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.