Professor Daniel

Foto de Daniel Barboza Nascimento
Professor Daniel
Daniel Barboza Nascimento (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2018 · PSOL
48 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Daniel (Daniel Barboza Nascimento) disputou 2 eleições entre 2006 e 2018, para deputado estadual e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para governador por ES: 11.878 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por ES, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 800) e publicidade por adesivos (R$ 345). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 99% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

1.439 votos em 2018 · 2 eleições

A votação de Daniel Barboza Nascimento em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Professor Daniel declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Espírito Santo em 2006, e deputado estadual por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 700 de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 800). Em 2006, 99% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
FEFC 36% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 13% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil54,1%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 80027,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 34511,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 213 lançados como "diversas a especificar"R$ 2137,2%
2006Governador, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 8% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil99,8%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 140,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892