Allan Rosas Sales

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Allan Rosas Sales
6 eleições entre 2002 e 2018 · último partido PPS
58 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Empresário
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Allan Sales (Allan Rosas Sales) disputou 6 eleições entre 2002 e 2018, para deputado federal e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AP: 6.612 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por AP, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 22 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 50 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 34 mil em 2014 (83% com publicidade por materiais impressos) e R$ 55 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

3.093 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Allan Rosas Sales em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 91 mil em receitas · R$ 69 mil em gastos

Allan Sales declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Amapá em 2006, 2010, 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 91 mil em receitas: R$ 7 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 22 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 69 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 50 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil). Em 2014, 83% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 75% dos R$ 55 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 91 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 69 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 34 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 91 mil
sem doações de pessoas
FEFC 8% · Fundo Partidário 66% · partido e outras campanhas 24% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 69 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil2,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 67 mil97,1%
2014Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 8% · empresas 52% · próprios 40%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 28 mil83,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,9%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil14,0%
2010Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 3% · empresas 97%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 41 mil74,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil25,3%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 45 mil
sem doações de pessoas
empresas 100%
Gasto contratado
R$ 45 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 19 mil43,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil2,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil54,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Allan Rosas Sales (Allan Sales): candidaturas e votos · Radar do Voto