Papaleo Paes

Foto de João Bosco Papaléo Paes
Papaleo Paes
João Bosco Papaléo Paes (nome civil)
7 eleições entre 1990 e 2014 · último partido PP
62 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Papaleo Paes (João Bosco Papaléo Paes) disputou 7 eleições entre 1990 e 2014, para vice-governador, senador, governador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-governador em 2014; senador em 2002. A maior votação foi em 2002, para senador por AP: 124.417 votos. Na campanha de 2010 para senador por AP, declarou R$ 439 mil em receitas: R$ 250 mil de outros recursos do partido, R$ 61 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 110 mil de empresas e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 439 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 227 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 85 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 40 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 343 mil, 59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

47.619 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de João Bosco Papaléo Paes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 439 mil em receitas · R$ 439 mil em gastos contratados

Papaleo Paes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: governador por Amapá em 2006, e senador por Amapá em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 439 mil em receitas: R$ 250 mil de outros recursos do partido, R$ 61 mil de doações privadas (17 doadores), R$ 110 mil de empresas e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 439 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 227 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 85 mil). Em 2006, 59% dos R$ 343 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2010R$ 439 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 439 milcontratados
Gastos em 2006R$ 343 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Senador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 439 mil
17 doadores pessoas físicas
partido 57% · pessoas 14% · empresas 25% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 439 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 227 mil51,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 85 mil19,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40 mil9,1%
  • Serviços de terceirosR$ 25 mil5,7%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 62 mil14,0%
2006Governador, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 344 mil
doações de pessoas
partido 20% · pessoas 3% · empresas 74% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 343 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 203 mil59,2%
  • Materiais impressosR$ 94 mil27,5%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil5,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil3,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 14 mil4,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2002 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892