Dra. Rejane Pinheiro

Foto de Maria Rejane Guimaraes Pinheiro
Dra. Rejane Pinheiro
Maria Rejane Guimaraes Pinheiro (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PHS
49 anos em 2016 · Feminino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dra. Rejane Pinheiro (Maria Rejane Guimarães Pinheiro) disputou 6 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Manaus em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por AM: 6.537 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Manaus/AM, declarou R$ 850 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 625) e publicidade por materiais impressos (R$ 225). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2008 e R$ 27 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

980 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Maria Rejane Guimaraes Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 850 em receitas · R$ 850 em gastos contratados

Dra. Rejane Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Amazonas em 2006, e vereadora em Manaus (AM) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 850 em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 625) e publicidade por materiais impressos (R$ 225). Em 2008, R$ 3 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 27 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 850campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 850contratados
Gastos em 2008R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Vereadora, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 850
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 850
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 62573,5%
  • Materiais impressosR$ 22526,5%
2008Vereadora, Manaus (AM)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 86% · empresas 14%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%
2006Deputada estadual, AmazonasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 82% · pessoas 11% · empresas 7%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 27 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892