7 eleições entre 2004 e 2020 · último partido AVANTE
52 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Denis (Dênis Almeida dos Santos) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Manaus em 2008. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AM: 5.948 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Manaus/AM, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2016 (48% com cessão ou locação de veículos) e R$ 77 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
1.005 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Denis Almeida dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos
Dr Denis declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006 e 2014, e vereador em Manaus (AM) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 2 mil) e serviços contábeis (R$ 700). Em 2016, 48% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2014, 62% dos R$ 77 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 38% · pessoas 34% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3 mil49,1%
Serviços de terceirosR$ 2995,6%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1011,9%
Outras 2 categoriasinclui R$ 300 lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil43,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.