- PessoalR$ 63 mil38,1%
- Materiais impressosR$ 51 mil30,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil6,0%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4 mil2,6%
- Outras 7 categoriasR$ 38 mil22,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Junior de Carli (Carlos Alberto de Carli Junior) disputou 1 eleição, em 2006, para deputado estadual por AM, com 8.472 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputado estadual por AM, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 72 mil de empresas e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com pessoal (R$ 63 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil).
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Junior de Carli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 166 mil em receitas: R$ 23 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 72 mil de empresas e R$ 70 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 166 mil, principalmente com pessoal (R$ 63 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 51 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.