- Materiais impressosR$ 407 mil34,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 400 mil33,8%
- Serviços de terceirosR$ 105 mil8,9%
- Publicidade por adesivosR$ 89 mil7,5%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 120 lançados como "diversas a especificar"R$ 182 mil15,4%
Baleia Rossi (Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 8 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 2014; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Ribeirão Preto em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 236.463 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 251,5 milhões empenhados em 84 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 188 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 163 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 407 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 400 mil) e serviços de terceiros (R$ 105 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2022 e R$ 1,6 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Baleia Rossi declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e deputado federal por São Paulo em 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 163 mil do Fundo Partidário, R$ 15 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 407 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 400 mil); R$ 971 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2018, 41% dos R$ 1,6 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Baleia Rossi teve R$ 251,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 84 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 188 municípios. Já foram pagos R$ 235,4 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Paulo, Ribeirão Preto e Amparo. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 113 milhões em 26 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,5 milhões em 25 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 56 milhões em 33 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36,3 milhões | R$ 29,9 milhões | 82% | 9 | 82 |
| 2025 | R$ 38,1 milhões | R$ 34,9 milhões | 92% | 11 | 118 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,9 milhões | 100% | 6 | 39 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 112,2 milhões | R$ 102,6 milhões | 91% | 26 | 151 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.