- PessoalR$ 555 mil44,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 180 mil14,4%
- Materiais impressosR$ 116 mil9,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 80 mil6,4%
- Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 319 mil25,5%
Carlão Pignatari (Carlos Eduardo Pignatari) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014 e 2010; prefeito de Votuporanga em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SP: 105.245 votos. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 128,3 milhões em 571 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 198 municípios; 76% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 555 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 180 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 505 mil em 2018 (45% com militância e mobilização de rua) e R$ 764 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Eduardo Pignatari em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlão Pignatari declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 68 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com pessoal (R$ 555 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 180 mil). Em 2018, 45% dos R$ 505 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2014, 40% dos R$ 764 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Carlão Pignatari indicou R$ 128,3 milhões em 571 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 198 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 76% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Votuporanga, Nhandeara e Fernandópolis. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 117,8 milhões em 520 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,5 milhões em 51 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 33,2 milhões | R$ 6,4 milhões | 19% | 135 | 103 |
| 2025 | R$ 32,7 milhões | R$ 28,6 milhões | 88% | 192 | 126 |
| 2024 | R$ 41 milhões | R$ 40,4 milhões | 99% | 155 | 96 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 10,9 milhões | 99% | 38 | 38 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 117,8 milhões | R$ 86,4 milhões | 73% | 520 | 198 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.