- Transporte ou deslocamentoR$ 27415,7%
- AlimentaçãoR$ 824,7%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 744,2%
- Materiais de expedienteR$ 130,8%
- Outras 1 categoriaR$ 1 mil74,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Raymundo Alves (Raymundo Alves Dias) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 89 votos. Na campanha de 2008 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 746 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 550 de doações privadas (4 doadores) e R$ 615 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 274), alimentação (R$ 82) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 74). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 687.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Raymundo Alves Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Raymundo Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em São Paulo (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 746 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 550 de doações privadas (4 doadores) e R$ 615 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 274) e alimentação (R$ 82). Em 2006, R$ 687 em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.