Marlene Verdi

Foto de Marlene Bernardino
Marlene Verdi
Marlene Bernardino (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PV
55 anos em 2016 · Feminino · Superior incompleto
Corretor de Imóveis, Seguros, Títulos e Valores

Marlene Verdi (Marlene Bernardino) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereadora, deputada federal e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por SP: 167 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em São Paulo/SP, declarou R$ 287 em receitas: R$ 145 do Fundo Partidário e R$ 142 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 287, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 145) e publicidade por materiais impressos (R$ 142). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

60 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Marlene Bernardino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 287 em receitas · R$ 287 em gastos contratados

Marlene Verdi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2010, e vereadora em São Paulo (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 287 em receitas: R$ 145 do Fundo Partidário e R$ 142 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 287, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 145) e publicidade por materiais impressos (R$ 142). Em 2010, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 287campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 287contratados
Gastos em 2010R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2016Vereadora, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 287
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 50% · partido e outras campanhas 50%
Gasto contratado
R$ 287
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 14550,4%
  • Materiais impressosR$ 14249,6%
2010Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 446
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 70037,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 46024,9%
  • Serviços de terceirosR$ 24013,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 44624,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892