Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcio Youssef (Marcio Hanna Hanasi Youssef) disputou 2 eleições entre 2004 e 2008, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em São Paulo/SP: 17.787 votos. Na campanha de 2008 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 517 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 200 mil de empresas, R$ 400 de recursos próprios e R$ 256 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 83 mil) e despesas postais (R$ 76 mil).
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Evolução da votação nas eleições
14.258 votos em 2008 · 2 eleições
A votação de Marcio Hanna Hanasi Youssef em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 517 mil em receitas · R$ 517 mil em gastos contratados
Marcio Youssef declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 517 mil em receitas: R$ 61 mil de doações privadas (4 doadores), R$ 200 mil de empresas, R$ 400 de recursos próprios e R$ 256 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 517 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 192 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 83 mil).
pessoas 12% · empresas 39% · próprios menos de 1% · outras 49%
Gasto contratado
R$ 517 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 192 mil37,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 83 mil16,0%
Despesas postaisR$ 76 mil14,7%
Publicidade por jornais e revistasR$ 68 mil13,2%
Outras 11 categoriasinclui R$ 460 lançados como "diversas a especificar" e R$ 9 doados a outros candidatos e partidosR$ 98 mil19,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2008SUPLENTE14.258LSão Paulo, São Paulo · 30 anos · Superior incompleto · Empresário · PV · nº 43900 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE17.787LSão Paulo, São Paulo · 26 anos · Superior completo · Empresario · PMDB · nº 15789 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.