6 eleições entre 2004 e 2020 · último partido PODE
62 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Farid (Jorge Farid Boulos Bou Chebl) disputou 6 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por SP: 8.459 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 10 mil em 2012 e R$ 41 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
746 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Jorge Farid Boulos Bou Chebl em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 49 mil em receitas · R$ 39 mil em gastos
Farid declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 39 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 25 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil). Em 2012, R$ 10 mil em gastos contratados; em 2010, 44% dos R$ 41 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2020R$ 49 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 39 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 53% · pessoas 37% · empresas 3% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil19,9%
Materiais impressosR$ 2 mil15,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 6004,5%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4543,4%
Outras 3 categoriasR$ 8 mil56,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE746LSão Paulo, São Paulo · 62 anos · Branca · Superior completo · Comerciante · PODE · nº 19600 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012SUPLENTE3.958LSão Paulo, São Paulo · 54 anos · Superior completo · Comerciante · PSDB · nº 45600 · ver resultado completo
Vereador · 2008SUPLENTE5.423LSão Paulo, São Paulo · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino Fundamental · PSDB · nº 45600 · ver resultado completo
Vereador · 2004SUPLENTE4.148LSão Paulo, São Paulo · 46 anos · Superior completo · Comerciante · PSDB · nº 45400 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.