Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, David Fernandes (David Eduardo de Camargo Fernandes) disputou 2 eleições entre 2004 e 2012, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereador em São Paulo/SP: 9.694 votos. Na campanha de 2012 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 397 mil em receitas: R$ 304 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 553 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 141 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 27 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 20 mil).
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Evolução da votação nas eleições
4.475 votos em 2012 · 2 eleições
A votação de David Eduardo de Camargo Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 397 mil em receitas · R$ 141 mil em gastos contratados
David Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Paulo (SP) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 397 mil em receitas: R$ 304 mil de outros recursos do partido, R$ 39 mil de doações privadas (21 doadores), R$ 53 mil de empresas e R$ 553 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 141 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 27 mil).
partido 77% · pessoas 10% · empresas 13% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 141 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 40 mil28,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 27 mil18,9%
Publicidade por jornais e revistasR$ 20 mil14,5%
Eventos de promoção da candidaturaR$ 17 mil12,2%
Outras 11 categoriasinclui R$ 670 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil26,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2004SUPLENTE9.694LSão Paulo, São Paulo · 40 anos · Superior incompleto · Comerciante · PFL · nº 25255 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.