- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil15,1%
- Materiais de expedienteR$ 4947,4%
- Publicidade por telemarketingR$ 2103,1%
- AlimentaçãoR$ 1902,8%
- Outras 6 categoriasR$ 5 mil71,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Daniel Marins (Daniel Marins Alessi) disputou 5 eleições entre 1994 e 2010, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 65.426 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil), materiais de expediente (R$ 494) e publicidade por telemarketing (R$ 210).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Daniel Marins Alessi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Daniel Marins declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 5 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 200 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil) e materiais de expediente (R$ 494).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.