- PessoalR$ 543 mil37,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 408 mil27,9%
- Materiais impressosR$ 262 mil17,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 117 mil8,0%
- Outras 7 categoriasR$ 131 mil9,0%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cláudio Prado (Cláudio do Prado Nogueira) disputou 4 eleições entre 2004 e 2014, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de São Paulo em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para vereador em São Paulo/SP: 31.014 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 200 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com pessoal (R$ 543 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 408 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 262 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 596 mil em 2012 e R$ 505 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cláudio do Prado Nogueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cláudio Prado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,6 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 200 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com pessoal (R$ 543 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 408 mil). Em 2012, R$ 596 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 505 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.