Carlos Neder

Foto de Carlos Alberto Pletz Neder
Carlos Neder
Carlos Alberto Pletz Neder (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2018 · PT
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Neder (Carlos Alberto Pletz Neder) disputou 9 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de São Paulo em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 59.990 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 249 mil em receitas: R$ 59 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (134 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 246 mil, principalmente com pessoal (R$ 96 mil), serviços de terceiros (R$ 54 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 44 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,7 milhão em 2014 (53% com pessoal) e R$ 386 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

46.946 votos em 2018 · 9 eleições

A votação de Carlos Alberto Pletz Neder em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 249 mil em receitas · R$ 246 mil em gastos

Carlos Neder declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, 2010, 2014 e 2018, e vereador em São Paulo (SP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 249 mil em receitas: R$ 59 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 160 mil de doações privadas (134 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 246 mil, principalmente com pessoal (R$ 96 mil) e serviços de terceiros (R$ 54 mil). Em 2014, 53% dos R$ 1,7 milhão em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 386 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 249 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 246 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 1,7 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 249 mil
134 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 24% · partido e outras campanhas 8% · pessoas 64% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 246 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 96 mil39,0%
  • Serviços de terceirosR$ 54 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 44 mil17,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 16 mil6,6%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 57 lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil14,8%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
54 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 13% · empresas 26% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,7 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 901 mil52,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 235 mil13,7%
  • Materiais impressosR$ 224 mil13,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 112 mil6,6%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 19 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 43 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 235 mil13,8%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 386 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 75% · pessoas 19% · empresas 4% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 386 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 90 mil23,4%
  • PessoalR$ 66 mil17,1%
  • Materiais impressosR$ 54 mil14,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 12 mil3,1%
  • Outras 11 categoriasR$ 163 mil42,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 365 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 24% · empresas 6% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 365 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 172 mil47,0%
  • Materiais impressosR$ 43 mil11,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 21 mil5,6%
  • Despesas postaisR$ 19 mil5,1%
  • Outras 12 categoriasR$ 111 mil30,4%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 251 mil
33 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 29% · empresas 12% · próprios menos de 1% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 251 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 52 mil20,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 24 mil9,5%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil7,9%
  • Despesas postaisR$ 18 mil7,3%
  • Outras 19 categoriasR$ 137 mil54,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892